| |
Tira-dúvidas
1. O sábado não
é só para os judeus?
Não. Jesus disse: “O sábado foi estabelecido por causa
do homem, e não o homem por causa do sábado.” Marcos
2:27. Não somente para os judeus, mas para o homem – todo
homem e toda mulher em todos os lugares. Os judeus só passaram
a existir 2.500 anos após o estabelecimento do sábado.
2. O texto de I Coríntios
16:1 e 2 não fala de ofertas na escola dominical?
Não faz referência alguma a reunião pública.
O dinheiro devia ser separado em particular, em casa. Havia fome na Judéia
(Romanos 15:26; Atos 11:26-30), e Paulo estava escrevendo às igrejas
da Ásia Menor para que ajudassem. Todos esses cristãos guardavam
o sábado, e assim Paulo sugeriu que no domingo pela manhã,
após o sábado [era quando pagavam seus débitos e
punham em ordem suas contas], eles separassem algo para os irmãos
necessitados, a fim de que estivessem preparados quando ele viesse. Isso
devia ser feito em particular, ou seja, em casa. Não há
nenhuma referência ao domingo como dia santo. De fato, a Bíblia
não sugere nem ordena em lugar algum a observância do domingo.
3. Atos 20:7-12 não é
uma prova de que os discípulos guardavam o domingo como dia santo?
De acordo com a Bíblia, cada dia começa com o pôr-do-sol
e termina com o pôr-do-sol seguinte (ver Gênesis 1:5, 8 e
Levítico 23:32), e a parte escura do dia chega primeiro. Portanto,
o dia de repouso começa com o pôr-do-sol de sexta-feira e
termina ao pôr-do-sol de sábado. Esta reunião de Atos
20 foi realizada na parte escura do domingo, o que hoje chamamos de sábado
à noite, e durou até a meia-noite. Paulo sabia que não
veria essas pessoas outra vez antes de sua morte (verso 25). Por isso,
não é estranho que pregasse durante tanto tempo. [Uma reunião
semanal não teria durado tanto tempo.] A reunião ocorreu
na parte escura do primeiro dia da semana [o que chamamos sábado
à noite] porque Paulo “devia seguir viagem no dia imediato”.
“Partir o pão” não tem nenhum significado de
“dia santo”, porque eles o partiam todos os dias (Atos 2:46).
Não há o menor indício nesta passagem das Escrituras
de que o primeiro dia da semana é santo, nem de que esses primeiros
cristãos assim o cressem. Tampouco há a mais remota evidência
de que o dia de repouso tivesse sido mudado. A Bíblia refere-se
ao domingo como ‘dia de trabalho’ em Ezequiel 46:1. Deus jamais
pediu a quem quer que fosse para guardar o domingo como dia santo. A propósito,
a reunião de Atos 20 é mencionada nas Escrituras por causa
do milagre da ressurreição do jovem que sofrera um acidente
fatal durante a cerimônia.
4. Mas não se perdeu a
noção do tempo nem dos dias da semana, desde o tempo de
Cristo?
Não. Enciclopédias de grande credibilidade e livros de referência
deixam claro que nosso sétimo dia é o mesmo que Jesus guardou
como dia santo. É um fato que pode ser comprovado.
5. Mas João 20:19 não
é um relato provando que os discípulos instituíram
a observância do domingo em honra da ressurreição?
Muito ao contrário, esses discípulos não criam que
a ressurreição havia ocorrido (Marcos 16:14). Eles estavam
reunidos com “medo dos judeus”, e tinham trancado as portas.
Não há a menor idéia aqui de que eles consideravam
o domingo como um dia santo. Há apenas oito textos no Novo Testamento
que mencionam o primeiro dia da semana. [A palavra “domingo”
não existe na Bíblia.] Os primeiros cinco tratam da ressurreição:
Mateus 28:1, Marcos 16:2, Marcos 16:9, Lucas 24:1, João 20:1. Já
discutimos os outros três (João 20:19, Atos 20:7 e I Cor.
16:1 e 2) nas perguntas anteriores. Nenhum deles faz a mais remota inferência
de que o domingo é dia santo.
6. E Colossenses 2:14-17 não
suprime o sábado?
De maneira alguma. Essa passagem refere-se apenas ao sábado como
“sombra das coisas que haviam de vir”, e não ao sétimo
dia, o sábado. Havia sete dias santos no antigo Israel que eram
chamados sábados. Foram dados em acréscimo, ou “além
dos sábados do Senhor” (Levítico 23:38) ou sábado
do sétimo dia. Eles prefiguravam a cruz e terminaram na cruz, mas
o sábado do Senhor foi estabelecido antes da entrada do pecado,
e portanto, esses sábados não podiam prefigurar nada sobre
livramento do pecado. Esta é a razão pela qual Colossenses
faz menções específicas dos sábados que eram
“uma sombra”. Esses sábados anuais que foram abolidos
na cruz, são mencionados em Levítico 23.
7. De acordo
com Romanos 14:5, o dia que guardamos é um assunto de opinião
pessoal?
As palavras “todos os dias” referem-se aos seis dias de trabalho.
(Ver Êxodo 16:4, 5, 26, etc.) O sábado do sétimo dia
não está envolvido. A discussão gira em torno dos
sete sábados anuais e sua validade após a cruz. Note que
todo o capítulo trata do assunto: julgar uns aos outros (ver versos
4 e 13). Paulo não diz nada sobre o que está certo ou o
que está errado. Ele simplesmente diz: “Não nos julguemos
mais uns aos outros” (Romanos 7:7, 12 e 14; I Coríntios 7:19;
9:21).
O
estresse e o descanso semanal
O princípio da felicidade
O ciclo semanal
Desde o princípio dos tempos
Um dia para recordar
Um santuário no tempo
Da alegria para a felicidade
Alegria eterna |
Um dia feliz
Tempo de curar
Tira-dúvidas
O sábado através dos séculos
A Bíblia ensina
Ele foi a Nazaré
A Lei de Deus
Sinal do poder criador |
|
 |